Cada época sonha não somente a seguinte,
mas ao sonhá-la força-a a despertar.
(Ronanet)
Nosso compromisso é oferecer ambientes de ensino-aprendizagem onde as crianças possam se desenvolver integralmente e isso pressupõe pensar no desenvolvimento da racionalidade e da afetividade, áreas que atuam, comprovadamente, de forma integrada.
Para nós, profissionais que trabalhamos com educação infantil e ensino fundamental, essa integração merece uma imensa consideração, uma vez que só se desenvolve a racionalidade através de um trabalho que considere as diferentes linguagens que o ser humano constrói em seu percurso sociocultural.
Escola Oficina da Vida
Rua Joana D'arc, 264 (R. da Real Alagoas), Pitanguinha
E-mail: escolaoficinadavida_hotmail.com Fone: 3326-6897
Para nós, profissionais que trabalhamos com educação infantil e ensino fundamental, essa integração merece uma imensa consideração, uma vez que só se desenvolve a racionalidade através de um trabalho que considere as diferentes linguagens que o ser humano constrói, em seu percurso sociocultural.
Linguagens que dialogam com a afetividade, com a emoção e que permitem às crianças o desvendamento do mundo à sua volta. Assim, desenvolver a linguagem corporal, musical, a lógica, a linguagem do faz-de-conta, a dramaturgia, bem como a linguagem escrita e falada, constituem o principal cenário no qual se promove o encontro entre nós, educadores, e os nossos alunos.
Nossa intenção é possibilitar uma compreensão de como pretendemos organizar uma prática viva; prática carregada de significados para as nossas crianças. Nos nossos encontros sistemáticos (Encontros entre Pais e Educadores), teremos a oportunidade de discutirmos com maior riqueza de detalhes, e olhar no olhar, como isso irá ocorrer.
Empreenderemos todos os nossos esforços e competências para transformar as experiências escolares dos nossos alunos em lições que permitam-lhes aprender sobre temas pertinentes a todas as Àreas do Conhecimento Humano, mas, que, sobretudo, permitam-lhes sonhar e lutar por um mundo mais fraterno, mais solidário sem, no entanto, arreferecerem as suas volúpias de CRIANÇA, sem perderem o jeitinho singular e dadivoso de dizerem verdades profundas e inundarem o MUNDO com sua peraltices e risos.
Cilene Bandeira
D i r e t o r a
Como professor devo saber
que sem a curiosidade que me move,
que me inquieta, que me insere na busca,
não aprendo nem ensino
(Paulo Freire)
Nossa Proposta Pedagógica propõe uma visão de CRIANÇA que indaga sobre as coisas do mundo, que questiona acerca da "ordem das coisas", para compreender esse complexo mundo de relações físicas e socioculturais em que se insere.
CRIANÇA, em síntese, que pensa e "age sobre o real para faze-lo seu", como nos sinaliza a competente Pesquisadora e Psicolinguista Emília Ferreiro (1987).
Essa visão de CRIANÇA que propomos, tem como base uma concepção de desenvolvimento e aprendizagem que vem sendo elaborada ao longo de décadas, sobretudo, por estudiosos e pesquisadores como Piaget, Vygostsky e Wallon, cujas idéias se pautam em alguns princípios:
•O desenvolvimento não é linear, ou seja, as fases de desenvolvimento pelas quais passam os seres humanos, não se sobrepõem a outros até que o sujeito se torne um adulto, mas esse desenvolvimento é dialético, é marcado pela história individual de cada ser humano;
•O desenvolvimento se faz do social para o individual: somos sujeitos de cultura;
•Aprende-se na relação como o outro e essa aprendizagem promove o desenvolvimento;
•No caminho do desenvolvimento há sempre espaço para o imprevisível, para a perplexidade.
Reconhecer, entretanto que a criança é culturalmente formada, ainda não nos é suficiente para que sejamos capazes de realizar uma prática inovadora. Nos defrontamos, constantemente, com uma "velha" e terrível questão: como traduzir as novas concepções sobre CRIANÇA, DESENVOLVIMENTO, MUNDO, CULTURA... dentro do espaço da Escola?
Essa questão está longe de ser simples. É de difícil resposta, se considerarmos que as práticas pedagógicas reeditam as teorias, uma vez que se propõem a enfrentar um terreno cuja concretude supõe novos questionamentos, ressignificando o caminho teórico percorrido anteriormente. Outra dificuldade diz respeito a multiplicidade de meios socioculturais que impedem a construção de uma metodologia única, capaz de abarcar a diversidade social.
As crianças são diferentes, os educadores também. Estamos, com isso, querendo dizer que não possuímos fórmulas prontas.
Reconhecer isso nos impõe considerar que inovar a prática pedagógica requer esforço contínuo de experimentação e reflexão. E quando assim pensamos, buscamos dar um passo adiante, na medida em que tomamos como ponto de referência que o conhecimento é culturalmente construído e que somos sujeitos de cultura e, portanto, históricos.
Nessa perspectiva, nossa proposta tenta superar uma visão que tem por base o sujeito epistêmico, ou melhor, uma visão de que o sujeito se desenvolve a partir de estruturas cognitivas internas, de maneira individualizada.
Pensar nas crianças como sujeitos socioculturais, significa compreender que a construção do conhecimento se faz através do encontro com o outro: o adulto, as crianças, os livros, os filmes, a observação do mundo real, etc.
Esta lista-síntese que "desenha" as EXPECTATIVAS, PROPÓSITOS E COMPETÊNCIAS DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DA 'Oficina da Vida', reitera o nosso propósito de considerarmos que os nossos meninos e meninas em idade de edução infantil de ensino fundamental são diferentes entre si, embora sujeitos de cultura e que, portanto, não podem ser, na escola, "etiquetados" ou "estigmatizados". É preciso pensar em alternativs didáticas que favoreçam o seu desenvolvimento intregral e não meramente "compensem" ou sirvam de "paliativos" a esse desenvolvimento. Isso significa ressaltar o que nossas crianças sabem e podem. E nós professores/educadores, devemos incidir com o nosso ensino oportuno e eficaz, sempre no sentido de otimizar as potencialidades das nossas crianças/aprendizes.
Equipe Pedagógica
FEVEREIRO-2012
Dia 03 - Encontro entre Pais e Educadores (Apenaspara pais de alunos das turmas de Socialização ao Grupo 1) ás 19h
Dia 06 - Início das aulas Educação Infantil
Dia 08 - Início das aulas Ensino Fundamental
Dia 10 - Encontro entre Pais e Educadores (Grupo 2 ao 5° ano) ás 19h
Dia 17 - Prévia Carnavalesca Oficina da Vida
Dias 18 a 21 Carnaval Oficial
NOSSOS CURSOS
Socialização: Crianças a partir de 01 ano e 06 meses.
Manhã 07h30 às 11h30
Tarde 13h30 às 17h30
Maternal: crianças a partir de 02 anos
Educação Infantil (Grupo 1, 2 e 3) : 03, 04 e 05 anos
Integral 07h30 às 17h30
Ensino Fundamental (1° ao 5° ano): crianças de 06 a 10 anos
Cumprir o horáio estabelecido pela Escola para a realização de suas atividades didático-pedagógicas, é a primeira regra básica paa o desenvolvimentos harmonioso dos nossos alunos/aprendizes. É puro exercício de responsabilidade cidadâ, pois:
• Possibilita a adaptação às normas de convivência e respeito À rotina interna dos trabalhos escolares;
• Favorece uma organização espaço-temporal da criança na Escola, viabilizando, assim, uma maior reflexão sobre o seu papel social de estudante nesse contexto;
• Desenvolve a responsabilidade e a alegria de saber-se agente do seu processo de ensino/aprendizagem participando com pontualidade em todas as situações didáticas desnvolvidas em sua sala-de-aula;
• A abertura do portão, no término das aulas, será as 11h25 - Manhã e 17h25 - Tarde.
• A tolerância para a permanência dos alunos à Escola, após o término das aulas, é de 30 (trinta) minutos.
• SÓ PERMITIREMOS A SAÍDA DO ALUNO DA ESCOLA, ACOMPANHADO PELO RESPONSÁVEL OU POR PESSOA DEVIDAMENTE AUTORIZADA, APRESENTANDO O CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO DA CRIANÇA.
UNIFORME ESCOLAR
• O uso do uniforme completo é obrigatório e será exigido a partir do 1º dia de aula. O calçado é tênis ou sandália tipo ortopédica para os alunos dos Maternais e Educação Infantil. Tênis (branco/preto ou cor neutra) para os alunos do Ensino Fundamental (1° ao 5° ano).
• Solicitamos que marquem os uniformes, com caneta apropriada para tal fim, para evitarmos perdas. O aluno deve possuir dois conjuntos: uniforme diário e uma camiseta para prática de Educação Física (e jogos de Expressão, no cado dos Maternais e Educação Infantil).
COMUNICAÇÃO ENTRE A ESCOLA E OS PAIS
A comunicação da Escola com a família dar-se-á através de circulares, avisos e mensagens que serão enviadas na agenda escolar.
OBJETOS DE VALOR (ou "relíquias" da família")
Solicitamos que o aluno não freqüente a escola usando jóias, nem traga objetos ou brinquedos de valor ou difícil manuseio, evitando, assim perdas e danos.
SAÚDE
Criança doente, febril, não deve vir à escola; deve permanecer em seus lares, recebendo a atenção devida. No caso da criança ficar indisposta/febril, na escola, comunicaremos à família para que venha apanhá-la com urgência.
ANIVERSÁRIOS NA ESCOLA
Os aniversários dos alunos serão comemorados na última sexta-feira de cada mês, em suas respectivas salas de aula. Não será permitida comemoração individual com shows, grupos de animação, palhaços, etc. É permitida a presença de pais e familiares mais íntimos na "hora do parabéns".
REUNIÃO ENTRE PAIS E EDUCADORES
Esse é um espaço de fundamental importância para divulgarmos os resultados do nosso trabalho pedagógico; refletirmos junto aos senhores pais, sobre as ações didáticas cotidianamente desenvolvidas no espaço da sala de aula. A presença dos senhores pais a esses Encontros (Plantões Pedagógicos), não apenas imprescindível, quanto decisiva para o crescimento intelectual, afetivo e social dos alunos.